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Publicado em: 22 de julho de 2017 - Ás: 01:54 - Categorias: Destaque> Luzilandia.

CRISE INTERNA RACHA O QUE RESTOU DO GOVERNO CAÇAMBEIRO EM 7 MESES

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Como já seria esperado, as disputas por poder no grupo do prefeito Ronaldo Caçambeiro, que assumiu a atual gestão municipal de Luzilândia, já envolvido em vários escândalos, já começaram a ruir o que restou de um governo. E quem teria dado início, segundo informações repassadas ao Luzilândia.net, seriam seus próprios assessores, como informou uma fonte especial do portal, que prefere não se identificar.

O prefeito de primeiro mandato não teria, desde o início da gestão, mostrado uma eventual capacidade administrativa como era esperado assim que fora eleito, em outubro de 2016, onde teria supostamente deixando o comando sob o controle de assessores que não teriam, como informa a fonte, o apreço da população.

Na administração, foram publicadas inúmeras portarias para o funcionamento de secretárias e sob o controle de secretários, só que, segundo o que foi discutido em uma reunião “interna” na noite desta quinta-feira, dia 20, teria ficado claro a eventual e apontada falha de assessoramento à administração, que fizeram o prefeito Caçambeiro, assinar as portarias eventualmente “ilegais”, conforme classifica a fonte.

O confronto teria supostamente se acirrado quando os nomeados secretários e outros assessores, entenderam que se tratou do que seria, em tese, um golpe contra o Caçambeiro, chefiado por um dos assessoramentos mais importantes da administração, com o intuito, segundo a fonte, de prejudicar o “ingênuo prefeito”,  colocando-o a popularidade de Ronaldo Gomes em xeque, com interesses próprios que seriam de cavar o seu fim político, como aconteceu com todos os outros recentes ex-prefeitos. A missão seria de derrubá-lo, pois na briga, alguns assessores e secretários perguntaram porque não avisaram o gestor sobre a “ilegalidade” das nomeações.

Outro assunto defendido pelos que foram classificados como “golpistas ao Caçambeiro” seria força-lo a realizar uma demissão de todos os cargos, o que colocaria a gestão, que desde o início vai de mal a pior, numa difícil situação perante a população.

O governo de Ronaldo Caçambeiro estaria então rachado entre aliados fiéis e supostos traidores do interesse do mesmo.

Haveriam alguns assessores que parecem estar dispostos a ir com o sujeito gestor, apoiando suas ações, e outros que querem a sua cabeça numa estratagema política considerada arriscada.

Por esses e outros motivo, segundo a denúncia, Luzilândia vai de mau a pior, uma cidade onde o prefeito eleito não disporia de nenhum comando, e desde o início seria orientado de maneira errada, o que não restaria dúvidas de que a administração estaria a bancarrotas, por causa de alguns membros a quem o prefeito teria confiado todo o poder e, por causa desses, a população não queria mais lembrar do dia em que votaram.

O prefeito Caçambeiro, na verdade, enfrenta o que seria um inferno astral. Com a administração em frangalhos e a cidade um caos, talvez agora, vendo que a coisa não era brinquedo de mamãe, estaria agora querendo colocar a culpa em terceiros. Políticos espertos, no entanto, já consideram o fim de Ronaldo no cenário político. Não se reelege nem mais a síndico de prédio, tendo um impressionante final de mandato tendo que responder diante das responsabilidades que lhe são próprias, mesmo que delegando a outros, ele não se livre dos encargos de cada ato, seja do ponto de vista jurídico ou político.

Fonte:http://www.luzilandiapiaui.com.br/index.php/category/item/2219-crise-interna-racha-o-que-restou-do-governo-cacambeiro-em-7-meses-de-fracasso

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