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Publicado em: 6 de fevereiro de 2016 - Ás: 15:22 - Categorias: Brasil> Destaque> Mundo.

Pesquisa prova que o Piauí tem o maior cajueiro do mundo

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TERESINA – Nesta quinta-feira (5), a Secretaria Estadual de Turismo (Setur) anunciou o resultado das amostras coletadas no Cajueiro Rei, que fica no município de Cajueiro da Praia, litoral do Piauí, que comprovam que ele é o maior cajueiro do mundo.

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Pesquisadores do Laboratório de Biologia Molecular e de Estudos de Injúrias Biológicas (LABMIMBIO) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) foram ao município colher uma amostra da árvore para analisar o DNA e saber se os galhos pertencem a uma só planta.  

“foram realizadas duas fases importantes: a primeira foi a medição da área ocupada pela copa da árvore, feita pelo professor Pedro Soares; na segunda fase fizemos a coleta do DNA das folhas para testificar se todas pertenciam ao mesmo cajueiro. Após o recolhimento dessas amostras realizou-se um sequenciamento genético. E concluímos que todas as amostras pertencem a uma única planta”, explicou o professor e coordenador de estudo genético do cajueiro, Fabrício Amaral.

PROFESSOR FABRÍCIO AMARAL

É luzilandense filho de Sofia Amélia Pires de Moura do Amaral e Sobrinho da Dra. Maria do Carmo Pires de Moura Freire.


 

O título

No ano de 1995, o Cajueiro de Pirangi recebeu do Guinness Book, o livro dos recordes, o título de “O maior cajueiro do mundo”. A contestação feita pelo Piauí não se deve apenas pelo tamanho, mas pelo fato do Cajueiro de Pirangi possuir uma família de 13 castanhas diferentes, já o Cajueiro Rei possui, agora comprovadamente, uma só família.

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O cajueiro do Piauí possui cerca de 200 anos e ocupa uma área superior a 8.810 metros quadrados, enquanto o que fica no Rio Grande do Norte, o Cajueiro de Pirangi, que fica no município de Parnamirim, com seus 127 anos, ocupa uma área de cerca de 8.500 metros quadrados.

A equipe do Capital Teresina esteve em Cajueiro da Praia em novembro do ano passado para conhecer melhor a história do Cajueiro Rei. Márcio Rocha, morador da localidade, havia nos contado que o impasse entre o Piauí e o Rio Grande do Norte mostrado pela imprensa nacional fez com que o local atraísse mais turistas para o município. “Muita gente vem para tirar foto no cajueiro”.


 

Anomalia genética

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O tamanho “sobrenatural” dos cajueiros se deve a uma anomalia genética. Os galhos cresceram mais do que o comum; pesados, tocam o chão e criam novas raízes. Os dois cajueiros ficam em cidades litorâneas, o que possibilitou o seu livre crescimento.

Fonte: Capital Teresina.com

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